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| Imagem retirada do filme: Brilho eterno de uma mente sem lembraças. |
O porque! é o que sempre vou querer saber.
Por acaso eu me esqueci de como ser eu mesmo, me esqueci de como costumava agir, bom sujeito costumava ser, tinha boas intênções e sabia os passos que queria dar e como (andar) e qual a distância deles... A diferênça e que agora ando com uma venda nos olhos, eu me vejo no espelho mas não me enchergo, tenho mil coisas na mente, mas qual delas é a que devo me agarrar, sim! estou confuso, sim! estou perdido, me perdi ao te perder, não só a você, como a todos que já perdi, que faço eu agora que ganhei liberdade e perdi o chão...
Sorte ter aquele livro, sorte saber lê-lo...
A vida se tornou artificial, é tudo tão descartavel que chega a ter cheiro de reciclado, coisas moidas e mastigadas outròra por outros, o lance é que os olhos estão fugindo uns dos outros, o toque é algo quase tão ráro quanto um ser vivo no mar morto.
tá eu sei que isso tudo é um tanto depressivo, e que devo ser otimista, mas pense bem, é muito fácil fingir que tudo é bonito e que todos são felizes ( parece uma letra ai, de Renato Russo)....Enfim, falei e dai, que problema tem em ser honesto consigo mesmo, pra mim chega de falsas utopias.
(por enquanto)
FIM

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